Fiz esta poesia
Para que não só neste dia
Você possa conhecer:
Os prodígios dos Céus,
Está ao alcance, vamos ver!
Não é só hoje, nem ontem
Ou outro dia,
Mas a alegria é latente e viva
Em tudo se revela, é eterna
Abra mão, estenda o braço
E a sinta.
Se não sentes ainda,
Calma, tenha calma
Ela não vai fugir
Está bem perto de ti,
Aí, por aí, e mais adiante
E quer te ver sorrir,
Seu coração.
Vamos fazer assim,
Você está indo e ela também
E quer dar a mão,
Para no seu coração
Te fazer sentir,
A verdadeira percepção
Do estado de viver.
Para que seus frutos
Frutifiquem mais,
E bebam da videira autentica,
Não resista meu fio,
Eu dropei o mundo!
Tens falado emperfume,
Um tal de perfume aí
Mas tendes cuidado! Para não confundir
O perfume do cume,
Não é assim!
Porque quero que sintas
O verdadeiro perfum!
Não tem forma,
Não tem cor
Essência indolor:
Se exala e se cala,
O perfume da alma!
E quando verdadeiramente sentir
Não diga nada!
Eu tenho a sacada
De fazer sorrir.
Receba estas palavras
Que são profetizadas...
Também tem as de Mateus,
Em forma de apostila
Dentro da pasta.
É para ti! Refletir!
São palavras de vida,
Para fazer viver
E mesmo com cheiro de sangue,
É somente dali,
Que podeis vencer...
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Aroma Natalino
Vem na poesia,
Se revelar
O Natal tocou os sinos
Os sinos de Belém
Para anunciar
Vive o Deus menino!
Em minha casa vem morar,
Vem morar o meu bem
No meu coração,
Um dia o Sol sorriu
Era tudo pobre e vazio
Sentia dores e fazia frio,
Mas quando o vento rugiu,
Cantou assim pra mim:
- Vai menina! Abre as portas,
Que é o Filho de Davi!
E como com Maria,
Meu coração bateu
Neste dia especial
Numa manjedoura Ele nasceu
Quão grande é o presente,
Ó Bendito! Senhor Deus!
Nossa Senhora, muito obrigada
Neste Natal,
Minha vida reviveu!
Fizestes nascer o Sol tão fecundo,
E com todo o Amor,
O maior que há no mundo
Jesus Cristo, ó Senhor!
Meu Deus, meu Salvador!
Hosana nas Alturas!
Bendito o que vem!
Aleluia! Os anjos cantam, e eu também.
Se revelar
O Natal tocou os sinos
Os sinos de Belém
Para anunciar
Vive o Deus menino!
Em minha casa vem morar,
Vem morar o meu bem
No meu coração,
Um dia o Sol sorriu
Era tudo pobre e vazio
Sentia dores e fazia frio,
Mas quando o vento rugiu,
Cantou assim pra mim:
- Vai menina! Abre as portas,
Que é o Filho de Davi!
E como com Maria,
Meu coração bateu
Neste dia especial
Numa manjedoura Ele nasceu
Quão grande é o presente,
Ó Bendito! Senhor Deus!
Nossa Senhora, muito obrigada
Neste Natal,
Minha vida reviveu!
Fizestes nascer o Sol tão fecundo,
E com todo o Amor,
O maior que há no mundo
Jesus Cristo, ó Senhor!
Meu Deus, meu Salvador!
Hosana nas Alturas!
Bendito o que vem!
Aleluia! Os anjos cantam, e eu também.
sábado, 11 de dezembro de 2010
PNDH - 3 Projeto Nacional de "Direitos Humanos" a la PT
Anastacia: Tô bem guri
trabalhando numa revista aqui em Ilhéus, mas não sei ainda se é a empresa certa. Está bom de melhorar... Não sei se no ano que vem permaneço em Ilhéus não, talvez vá buscar horizontes melhores para conciliar com especializações na academia. Vamos ver como tudo se desenrolará... rs
E vc? Como está? Em Curitiba? Trabalhando onde?
Besos
E vc? Como está? Em Curitiba? Trabalhando onde?
Besos
Tchê: Q massa guria, bom pensar assim, pra frente!
Eu trabalhando no Instituo de Defesa dos Direitos Humanos, fazendo documentários...tri massa! E to aqui em Curitiba sim.
besos
besos
Anastacia: Sabes sobre o PNDH 3? O que achas?
besos
besos
Tchê: O projeto é muito bom!!!!
Eu acredito que a parte da educação, ou sejá nas escolas,
deve ser melhor empregado, não deve ser qualquer professor
e nem só uma cartilha.
e tu?
besos
deve ser melhor empregado, não deve ser qualquer professor
e nem só uma cartilha.
e tu?
besos
Anastacia: Penso que sejaum tanto perigoso a liberdade de opinião, idéias, liberdade de imprensa. Logo, ameaçador à democracia.
Enfim...visões, visões...
O que deveria ser discutido verdadeiramente entre uma nação, resumiu-se diz-se-á entre 14.000 pessoas. Assustador.
Visões,visões...
Pode até mudar alguma coisa, mas para uma cultura tão complexa como a brasileira, acho improvável instituir-se assim padronizadamente guela à baixo.
:)
O que deveria ser discutido verdadeiramente entre uma nação, resumiu-se diz-se-á entre 14.000 pessoas. Assustador.
Visões,visões...
Pode até mudar alguma coisa, mas para uma cultura tão complexa como a brasileira, acho improvável instituir-se assim padronizadamente guela à baixo.
:)
sábado, 4 de dezembro de 2010
Para Menina Pintada
Dias de sol, flores e poesia...
Música, paz, alegria
Muita alegria nos dias da vida
Muita vida nos seus dias
Que se ecoam na imensidão,
De acordo com a proporção,
Do quanto suas mãos e seu coração
Puderem alcançar...
Cada vez mais alto, mais e mais
Romper a ilusão da dor,
Do espaço, do tempo, do som
E só ser Amor,
Por todos os segundos
Eternamente,
E não é pouco,
Não são todos,
Mas é tudo, que nós podemos escolher
O caminho, a luz, o sangue
A verdade, sabedoria que brilha
A vida, pra ser e viver!
Menina pintada,
Eu amo você!
Música, paz, alegria
Muita alegria nos dias da vida
Muita vida nos seus dias
Que se ecoam na imensidão,
De acordo com a proporção,
Do quanto suas mãos e seu coração
Puderem alcançar...
Cada vez mais alto, mais e mais
Romper a ilusão da dor,
Do espaço, do tempo, do som
E só ser Amor,
Por todos os segundos
Eternamente,
E não é pouco,
Não são todos,
Mas é tudo, que nós podemos escolher
O caminho, a luz, o sangue
A verdade, sabedoria que brilha
A vida, pra ser e viver!
Menina pintada,
Eu amo você!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Marinar
Verás como aos poucos uma voz vai falar-lhe:
Estou aqui Filha,
Eu te amo
E te quero perto de mim
Posso te ensinar muitas coisas, se você quiser aprender
Não sei se isso vai acontecer da noite para o dia...
Possa ser que você não tenha sucesso no início,
Mas seja perseverante
Às vezes nosso coração está preso às coisas do mundo
E pra se desprender um pouco, demora. Mas tem paciência
Você é poeta
Poeta tem sensibilidade
Às vezes as palavras que a gente nem sabe de onde nos brota,
Não é nossa, é dada através do Sopro Divino que sopra em nosso ouvido
E a gente nem ouve, nem vê
E sai rimando as rimas
As sílabas cantarolando
Como música aos nossos ouvidos,
Nossas poesias vão rimando
Como Eu agora aqui escrevendo pra você
O que você quer saber?
As portas se romperam!
Ainda é tempo!!!
Corre passarinha,
Sai da gaiola do olhar
O que vale não é mais o que se vê
É o que se sente!
As portas se romperam
Vai, ainda é tempo!
Isso mudou...
Vai minha Marina, marinar
Juntar o ar com o mar
E fazer poesia, profetizar
Pois és uma menina linda
Eu não me canso de Amar!
Sou o Amor, e estou aqui e em todo lugar
Dizendo a você, que não existe medo pra ter
Estou com você!!!
Sempre e em todo lugar...
Um beijo, de quem quer te ver,
Feliz, crescer, e sempre fazer coisas novas
Poesias anunciar, minha profetiza
Leva a esperança nesses olhos de menina
E nas suas sílabas, vai fazendo, vai escrevendo
Coisas novas, arte, esculpir
O Ser evoluir
Eu te amo e sempre vou te amar...
Estou aqui Filha,
Eu te amo
E te quero perto de mim
Posso te ensinar muitas coisas, se você quiser aprender
Não sei se isso vai acontecer da noite para o dia...
Possa ser que você não tenha sucesso no início,
Mas seja perseverante
Às vezes nosso coração está preso às coisas do mundo
E pra se desprender um pouco, demora. Mas tem paciência
Você é poeta
Poeta tem sensibilidade
Às vezes as palavras que a gente nem sabe de onde nos brota,
Não é nossa, é dada através do Sopro Divino que sopra em nosso ouvido
E a gente nem ouve, nem vê
E sai rimando as rimas
As sílabas cantarolando
Como música aos nossos ouvidos,
Nossas poesias vão rimando
Como Eu agora aqui escrevendo pra você
O que você quer saber?
As portas se romperam!
Ainda é tempo!!!
Corre passarinha,
Sai da gaiola do olhar
O que vale não é mais o que se vê
É o que se sente!
As portas se romperam
Vai, ainda é tempo!
Isso mudou...
Vai minha Marina, marinar
Juntar o ar com o mar
E fazer poesia, profetizar
Pois és uma menina linda
Eu não me canso de Amar!
Sou o Amor, e estou aqui e em todo lugar
Dizendo a você, que não existe medo pra ter
Estou com você!!!
Sempre e em todo lugar...
Um beijo, de quem quer te ver,
Feliz, crescer, e sempre fazer coisas novas
Poesias anunciar, minha profetiza
Leva a esperança nesses olhos de menina
E nas suas sílabas, vai fazendo, vai escrevendo
Coisas novas, arte, esculpir
O Ser evoluir
Eu te amo e sempre vou te amar...
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Todo lugar
Mas como no universo, dentre signos, símbolos, índices participantes, as energias se deparam de frente, de lado, paradas, em movimento, vestidas, com formas, sem formas, com cena, com arte, sem cena, sem parte... Mas o tempo, são centésimos de milésimos de segundos, ininterruptos e vividos. Por isso tem nome de presente. No universo tudo pode ser compartilhado, mesmo tão distintos os elementos, pois para o Amor não existe barreiras. Vamos a todo lugar.
domingo, 3 de outubro de 2010
Gincana em recital
Acesso páginas de pesquisas
Para ver a cara do cidadão
E olhar no olho do sujeito,
Se tem verdade ou ilusão
Tem facetas, maquiagem
Clareamento na dentição
Apenas fotos de uma imagem,
De criaturas em leilão
Faço vistas as grossas farsas
Grupos, siglas, corporação
Candidatos vagueiam pelo espaço
- Quem te aprovem, ó cidadão?
São nomes catalogados,
De gente numerada...
Democracia a se confundir,
Votação escrava e forçada.
Nem sei mais dessa agonia
Que o povo acatou...
E o que deveria 'cidadania',
Eleição é o que se tornou.
Enquanto não chega a hora,
Enquanto essa banda toca,
E vai seguindo em frente...
A banca hipócrita faz festa
E ri da sua gente!
Na gincana eleitoral,
Se enche o bucho e faz sinal...
Acena para todos e gargalha:
- Bicho homem, que animal!
"Ser cidadão é exercer o voto"
Ainda dizem 'importante', coisa 'honrada',
O ignorante se engrandece:
- "Sou digno, vou votar na deputada"!
Então a banda toca,
Quanta coisa programada!
Os grandes, de ninguém se compadecem,
E mesmo assim, depois dão risada...
E a humanidade se desfaz,
Por uma tecla apertada...
Marionete estatal,
Ignorância afirmada.
CONFIRMA!
Vai vendo, vai vendo:
A máquina do poder te valoriza,
E depois da risada!
Para ver a cara do cidadão
E olhar no olho do sujeito,
Se tem verdade ou ilusão
Tem facetas, maquiagem
Clareamento na dentição
Apenas fotos de uma imagem,
De criaturas em leilão
Faço vistas as grossas farsas
Grupos, siglas, corporação
Candidatos vagueiam pelo espaço
- Quem te aprovem, ó cidadão?
São nomes catalogados,
De gente numerada...
Democracia a se confundir,
Votação escrava e forçada.
Nem sei mais dessa agonia
Que o povo acatou...
E o que deveria 'cidadania',
Eleição é o que se tornou.
Enquanto não chega a hora,
Idolatrias, exaltação,
O povo elege a risca,
Reverências à corrupção.
E vai seguindo em frente...
A banca hipócrita faz festa
E ri da sua gente!
Na gincana eleitoral,
Se enche o bucho e faz sinal...
Acena para todos e gargalha:
- Bicho homem, que animal!
"Ser cidadão é exercer o voto"
Ainda dizem 'importante', coisa 'honrada',
O ignorante se engrandece:
- "Sou digno, vou votar na deputada"!
Então a banda toca,
Quanta coisa programada!
Os grandes, de ninguém se compadecem,
E mesmo assim, depois dão risada...
E a humanidade se desfaz,
Por uma tecla apertada...
Marionete estatal,
Ignorância afirmada.
CONFIRMA!
Vai vendo, vai vendo:
A máquina do poder te valoriza,
E depois da risada!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Coração ebulindo estrelas
Está tudo latente contido
Está tudo vibrante e vivo
Está nada triste e cansado
Está nada velho e sem passo
É vida, é linda, é paz
No peito, arde vontade amar mais
O passado ficou pra depois
O futuro não vai sem antes
Agora, sei viver que hoje
É, pode, e ser!
Vai molhando a terra,
Uma cabeça ebulindo idéias
Pensamentos, pensares, pensar,
Sonhos misturam realidade...
Reais abstratos concretos,
Surreais pensamentos pelo vento,
Vai balançando meu cabelo...
E a cabeça
E o pensar
Vai balançando, sentir:
A voz.
Pergunto,
Posso escrever sobre isso?
Leve sim me responde:
- Somos Nós!
Ieu estou em Um
Logo ieu,
Que tão fora errante,
O pé só em agravantes
Crente que somente só,
O passo ia adiante...
Mas a estrada é gigante,
Logo pra essa crente...
E que só, não se vai:
O amor vai antes,
Vai junto também...
Abrindo os caminhos,
Para semear o bem.
Dessa pobre,
Se compadeceu,
Viu humildade nesta ignorante
E mostrou por a + b:
Que Amor germina dentro do ser,
- Estou aqui, amo você!
Ieu já estou em Um
Um já está em ieu
Logo ieu,
Que tão fora errante,
O passado ficou pra depois
O futuro não vai sem antes
Agora, sei viver que hoje
É, pode, e ser:
Sou homem novo.
Já estou em Um
Em Um que é três
É três que é Um
Vou explicar outra vez...
Três que é Um
Um que é três:
Trindade única,
Reino, poder e glória!
Templo de misericórdia.
Já sou uno a Um Corpo
A Um Corpo Santo,
Imolado sangue derramado,
És Tu, Filho sacramentado.
Videira autêntica, lindas galhas;
Que no meu cabelo, Teu vento avoa,
Ó Cordeiro de Deus,
No peito floresça suas asas!
E a vossa graça que ressoa,
Nos seja dada,
A todos os irmãos, que com o coração,
Recebam estas palavras!
Vai molhando a terra,
Um coração ebulindo estrelas
Sentimentos, sentintes, sentir,
Realidades misturam sonhos
Surreais concretos abstratos,
Reais sentimentos pelo vento,
Vai balançando seu peito...
Pois aqui não se dorme:
O Alfa e o Ômega,
O princípio e o fim.
Amém.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Anastacia diz Militão diz
Militão diz:
jamaica, mexico, haiti, porto rico, ilhas cayman, bahamas, belize, antilhas holandesas, sao tomas...
foi irado
viajar e bom demais
Anastacia diz:
uma pergunta incomum: depois de tanta vida, aquele ceticismo, ainda continua? 'teoria da mutação' (acho q é isso rs)
Militão diz:
claro sempre..
nunca esqueco minhas raizes..
e logico q a gente vai aprimorando as ideias
Anastacia diz:
sim sim
Militão diz:
mudando algumas.. mas a base e a mesma
Anastacia diz:
entendo
Militão diz:
vc leu o livro?
o ponto de mutacao?
Anastacia diz:
nao nao
leituras mais urgentes me privaram
rs
mas sempre há tempo, quem sabe um dia
Militão diz:
anham
Anastacia diz:
no entanto, idealizo além da energia puramente de dentro do atomo, algo mais metafísico mesmo, sobrenatural, além homem.
além, quimica, fisica...
Militão diz:
mas e isso..
a teoria diz q no final e tdo energia
ate a propria materia
Anastacia diz:
é mas é justamente isso. além desse tudo que ele analisa. da gotícula de água que evapora, se dissipa, nuvem, precipta e cai em outro lugar. ou além simplesmente do capim que a vaca comeu, que o carbono virou leite, e o leite vc bebeu, ou além de que a concentração de suas cinzas depois de morto tenha se dissipado por aí, e sua 'individualidade' esteja mais concentrada onde estiver mais
concentrada aquelas cinzas, mesmo que depois tenha virado humus, ou depois o homem transformou esse humus em cimento e ai vc praticamenre virou concreto, numa parede qualquer.
Militão diz:
pois e.. nada se cria nd se perde.. tudo se transforma ja dizia lavoisier
Anastacia diz:
quimica.
rsrsrrsrs
Militão diz:
hahaha
pois e.. e so por as duas teorias juntas..
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Uma labuta forma de lutar...
São chamados constantes. Vossos e de todas as partes. E mesmo que a vanguarda esteja a marchar, indo ao encontro para abrir o rumo - lutando - com o peito duro ardendo a verdade dos erros, aos que 'longe ainda esteja de aprender a conjugar o verbo amar', há sempre mesmo as terceiras pessoas no plural fluindo para testemunhar 'principalmente aos que sofrem a própria vida, a garra da opressão, e nem sabem'.
Porém, não há forma melhor de lutar sem que se levante um braço, um discurso, uma espada, ou uma mão, ou até mesmo que o estêncil seja pichado num muro alto de um palácio em qualquer ato ou missão.
Silenciosamente, nascem flores em desertos, em chãos secos de sertão. E florescem sem saber falar ou também conjugar o verbo amar. Mas é que há sempre uma diferença no ar... E que mesmo em silêncio, sem sequer retumbar, como a flor que não sabe conjugar, o amor também se exala nessa labuta forma de lutar.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Cordel, a cor que me deu
Zuiu zuiu
Ieu não sei escrever repente
Mas a poesia saiu rangendo os dente
A morbidez não vai dizimar
Nem as rima não pressente,
De como o coração da gente
Vive afoito feito fogo, de tão quente o pulsar
Zuiu zuiu
A tempestade cantou o raio
Trovão, trovão: catibrummmmm
Tremeu as mata e gemeu os galho
- Vixe Deus do Céu!
O que te faz trovejar?
Vai molhar, vai molhar
Chuá chuá
O sertão vai virar mar?
E o mar virar sertão?
Aquece o coração
Pra tristeza não inundar
E o povo vem feliz se levantar
O ser tão amar
Persiste a morte, ela quer se afirmar
Alí e acolá, no mar e no sertão
- Ó pra não se arranhar!
Visito as fronteiras e as divisas intermeiam
Os espaços e os meios
Trelelê tralalá
Discursos analisar

Fluiu fluiu
O sentimento intervir:
A narrativa vem feliz
Faz o plural e similar
- É tudo povo!
- Vem gente sentir,
A poesia é popular!
E foi mesmo de repente
Esse cordel a emanar
Uma vontade que vem de dentro
Que chega energizar
Se ergueu na minha frente
O amor a ecoar:
Profetiza em cordel,
Que existem muitas línguas,
Tem mensagens e tem véu
Mas o Amor já venceu
E que a árvore cresceu
Viveu, vive e viverá
E mil voltas o mundo deu, o mundo dá
Vrum vrum
Vrum vrum
Pra não dizer que esqueceu,
Vai homem anunciar,
Que o próximo deve amar
A retidão já está
Isso também, é cultura popular!
Ieu não sei escrever repente
Mas a poesia saiu rangendo os dente
A morbidez não vai dizimar
Nem as rima não pressente,
De como o coração da gente
Vive afoito feito fogo, de tão quente o pulsar
Zuiu zuiu
A tempestade cantou o raio
Trovão, trovão: catibrummmmm
Tremeu as mata e gemeu os galho
- Vixe Deus do Céu!
O que te faz trovejar?
Vai molhar, vai molhar
Chuá chuá
O sertão vai virar mar?
E o mar virar sertão?
Aquece o coração
Pra tristeza não inundar
E o povo vem feliz se levantar
O ser tão amar
Persiste a morte, ela quer se afirmar
Alí e acolá, no mar e no sertão
- Ó pra não se arranhar!
Visito as fronteiras e as divisas intermeiam
Os espaços e os meios
Trelelê tralalá
Discursos analisar

Fluiu fluiu
O sentimento intervir:
A narrativa vem feliz
Faz o plural e similar
- É tudo povo!
- Vem gente sentir,
A poesia é popular!
E foi mesmo de repente
Esse cordel a emanar
Uma vontade que vem de dentro
Que chega energizar
Se ergueu na minha frente
O amor a ecoar:
Profetiza em cordel,
Que existem muitas línguas,
Tem mensagens e tem véu
Mas o Amor já venceu
E que a árvore cresceu
Viveu, vive e viverá
E mil voltas o mundo deu, o mundo dá
Vrum vrum
Vrum vrum
Pra não dizer que esqueceu,
Vai homem anunciar,
Que o próximo deve amar
A retidão já está
Isso também, é cultura popular!
terça-feira, 18 de maio de 2010
Semiótica e Audiovisual
Um conjunto de manchetes no período de uma década (2008-1998) do jornal Folha de São Paulo sobre a discriminação da etnia negra, utilizando um conjunto de imagens retiradas da internet. A música Ilê Aiê é de autoria de Gilberto Gil, interpretada pela banda o Rappa. O vídeo é uma produção de alunos de Jornalismo da UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) como avaliação da disciplina Semiótica, prof. Jorge Viana. "Jornalismo e Memória contando semioticamente a história".
domingo, 16 de maio de 2010
Coração dilacerado
Entrei num mar gelado,
Mergulhei no fundo para perceber,
Como está tudo tão frio e deserto...
Não pude perceber,
Onde se esconde seu amor?
Onde foi que você guardou?
Ofegantemente calma,
Como um rasgo, saí do fundo de você,
Estou buscando ar, renascer,
De cinzas, quase morri,
Dores queimadas eu produzi...
Transformo dor em cor,
Estou vibrante, vou viver!
E sobreviver...
Meu coração só quer amor.
Desculpe se nasci,
Mesmo com tanta altivez exacerbada,
Sou existente, ó meu verso?!
Já vinguei,
E meu coração é repleto,
De fé e afeto...
E nesse desterro,
Vou por passos lentos,
Pra perto de mim.
E eu ainda quero sim,
Mesmo diante de tanto desamor,
Sentir, e ver que o Sol brilha,
Refúgio,
Casulo,
Um Sol aquece dentro de mim.
Vou seguindo adiante,
Por que a corrente é constante,
O barco não vai parar...
As velas estão erguidas,
O vento está a soprar!
E eu? Não vou ficar fria,
Nem que pra isso,
Só siga um tino,
Num compasso desmedido,
Ao longe edificar meu ser,
Distância, amor próprio,
Obrigada,
Fique com toda matéria pra você.
Eu não processo sua pseudo-diligência
O que é, é. Quem quer, vai. Não quer? Abstrai!
Quem gosta cuida.
Estou cuidando de mim, meu caro...
Meu caro pai.
Mergulhei no fundo para perceber,
Como está tudo tão frio e deserto...
Não pude perceber,
Onde se esconde seu amor?
Onde foi que você guardou?
Ofegantemente calma,
Como um rasgo, saí do fundo de você,
Estou buscando ar, renascer,
De cinzas, quase morri,
Dores queimadas eu produzi...
Transformo dor em cor,
Estou vibrante, vou viver!
E sobreviver...
Meu coração só quer amor.
Desculpe se nasci,
Mesmo com tanta altivez exacerbada,
Sou existente, ó meu verso?!
Já vinguei,
E meu coração é repleto,
De fé e afeto...
E nesse desterro,
Vou por passos lentos,
Pra perto de mim.
E eu ainda quero sim,
Mesmo diante de tanto desamor,
Sentir, e ver que o Sol brilha,
Refúgio,
Casulo,
Um Sol aquece dentro de mim.
Vou seguindo adiante,
Por que a corrente é constante,
O barco não vai parar...
As velas estão erguidas,
O vento está a soprar!
E eu? Não vou ficar fria,
Nem que pra isso,
Só siga um tino,
Num compasso desmedido,
Ao longe edificar meu ser,
Distância, amor próprio,
Obrigada,
Fique com toda matéria pra você.
Eu não processo sua pseudo-diligência
O que é, é. Quem quer, vai. Não quer? Abstrai!
Quem gosta cuida.
Estou cuidando de mim, meu caro...
Meu caro pai.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Para uma Flor
Eu to chegando pra te abraçar!
To sentindo pra poder olhar,
To vivendo pra contradizer,
O que a contradição quer nos perseguir...
Eu to te amando pra poder me amar!
Perdoando, para me perdoar,
Tô me aproximando para te fazer sentir,
Que o amor não dorme,
Estou aqui!
E a saudade não tarda de acabar,
Porque ainda tenho tempo de ter saudade...
Pra em muitos peitos poder plantar,
Uma semente que se pede pra germinar,
Uma semente de amor, para uma flor,
Que eu não me esforço de lembrar!
Te amo... e to chegando... Com amor.
AK.
To sentindo pra poder olhar,
To vivendo pra contradizer,
O que a contradição quer nos perseguir...
Eu to te amando pra poder me amar!
Perdoando, para me perdoar,
Tô me aproximando para te fazer sentir,
Que o amor não dorme,
Estou aqui!
E a saudade não tarda de acabar,
Porque ainda tenho tempo de ter saudade...
Pra em muitos peitos poder plantar,
Uma semente que se pede pra germinar,
Uma semente de amor, para uma flor,
Que eu não me esforço de lembrar!
Te amo... e to chegando... Com amor.
AK.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
PREFÁCIO
É sinuosa e plural a realidade com suas inúmeras significações, significados e possibilidades de apreensão. A literatura, tal qual, o jornalismo, como formas de linguagem, expressão e leituras de mundo, tanto quanto o próprio mundo, permeiam estágios na transformação continuada da vida. No desvendar de universos singulares, mensagens são produzidas a partir dessa ótica incrustada na lente dos olhos de quem vê, apreende e processa tal realidade, incorporada pela experiência por que passa esse agente cognitivo. Em “O Narrador”, Walter Benjamin explica que a narrativa “não está interessada em transmitir o ‘puro em si’ da coisa narrada como uma informação ou um relatório. Ela mergulha a coisa na vida do narrador para em seguida retirá-la dele”, imprimindo-se na narrativa a marca do narrador, “como a mão do oleiro na argila do barro”.
E, de fato, na presente obra, pode-se vislumbrar claramente como a experiência, o que Benjamin chama de “coisa”, mergulha no íntimo desse oleiro cronista e reencontra lugar num desenho narrativo que esculpe o real, o cotidiano, segundo os sentimentos, sensações e olhares desse observador, que nem os mais ínfimos detalhes lhes escapam as vistas.
Às vezes de humor ácido, Alberto Marlon, Gilles Lipovetsky em “Os Tempos Hipermodernos”, já diz que é a “tomada de palavra”, a auto-reflixividade e a crescente conscientização dos indivíduos que se segue de mãos dadas com a hipermodernidade: “De um lado, sofrem-se cada vez mais as limitações do tempo desabalado; de outro, avançam a independência individual, a subjetivação das orientações, a introspecção”. Nessa perspectiva, as crônicas revelam o lado introspectivo do narrador que sente na pele o acontecimento, num desabafo compartilhado, em que o autor retira de si no tocante entre a ruptura de viver e sentir, uma produção literária, carregada da autenticidade jornalística com que se experimenta o fato...

Um olhar lançado muitas vezes e por vezes, a mundos, e submundos, explícitos ou implícitos de dentro de cada personagem da vida real. Em contexto semelhante com a obra, Lipovetsky afirma que
“o que importa é a auto-superação, a vida em fluxo nervoso, os prazeres abstratos da onipotência proporcionados pelas intensidades aceleradas”.
Ousadias à parte, esse conjunto de sessões historiadas em cotidianos singulares, nos convida a saltar dentro desses universos semi-dirigidos, esmerados de uma escrita ora destemida, ora carregada de sentimento. É no rompante de viver, com toda aventura a que se tem direito, e principalmente do que se pode experimentar, que motiva essa frenética ânsia de ser humano, lançando-se num olhar e numa leitura, que por vezes se misturam nessa busca, de viajar com palavras.Anna Karenina Vieira
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Minino
Seu Danilo é um menino
Pro nordeste aparecer
Ele é um homi broto moço,
Porque música já se vê...
Quando surfa suas ondas,
Quando levanta suas velas,
Ele arrasta pé, tem baião
E muita graça no salão.
As menina se engraça,
E ele todo afoito,
Feito moço todo,
Lança uns verso...
E quando não se espera nada,
Ó ele na sacada,
Recitando poesia pra você...
Ele vem de lá do nordeste,
É um homem cabra da peste,
Natal, Rio Grande do Norte,
É a sua veste...
Tem a alma de poeta,
Se escora na janela,
E o mundo todo vê...
Eita coração sensível,
Humilde, sabe escolher,
É um amigo, que não se vê,
Na torta, em toda esquina,
Ô Danilo,
Venha muita luz em ti resplandecer!
Um beijo da amiga baiana, Anna.
Pro nordeste aparecer
Ele é um homi broto moço,
Porque música já se vê...
Quando surfa suas ondas,
Quando levanta suas velas,
Ele arrasta pé, tem baião
E muita graça no salão.
As menina se engraça,
E ele todo afoito,
Feito moço todo,
Lança uns verso...
E quando não se espera nada,
Ó ele na sacada,
Recitando poesia pra você...
Ele vem de lá do nordeste,
É um homem cabra da peste,
Natal, Rio Grande do Norte,
É a sua veste...
Tem a alma de poeta,
Se escora na janela,
E o mundo todo vê...
Eita coração sensível,
Humilde, sabe escolher,
É um amigo, que não se vê,
Na torta, em toda esquina,
Ô Danilo,
Venha muita luz em ti resplandecer!
Um beijo da amiga baiana, Anna.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Messias...
Agora eu não penso em nada,
Para escrever à você...
Eu te conheço muito pouco,
Mas um pouco eu pude conhecer...
Mesmo que não me tenha dito isso,
Eu vou te dizer,
Que não me julgue recatada,
Por não deixar envolver...
É porque agora sou calada,
Antes preciso escutar você.
E sentir, o que tem aí, dentro.

O que queres assim, certo,
À 152km/h?
O que é o tempo?
Se não podemos apreender?
E sentir o tempo,
Passando dentro de você?
Queremos sempre mais,
Acelera, o tempo, assim, jaz,
Barulho, motor, estou pisando demais...
Vou indo longe demais...
Nessa estrada da vida.
O ser veloz, quer ser veloz...
Que não se reduz, nem é algoz,
Mas sempre veloz...
À que luz?
Da velocidade da luz?
Eu bem poderia dizer,
"Rompi a barreira do som",
Mas antes vim aqui perto,
Pra ouvir seu silêncio...
O bom, um "tum", um tom, a palpitar.
Tempo, espaço, velocidade, dimensão...
Onde reside a razão?
Terra, Atmosfera, Sol, Luz...
Onde reside a escuridão?
Eu te faço essa oração,
Para que antes do sono,
Você possa escutar você,
E ver que nenhum barulho é tonto,
Que não possa ensurdecer,
E que só você fica surdo se querer!
O filósofo Platão,
Foi autor de um mito...
Era uma caverna escura,

Donde pessoas, presas e duras,
De algemas e loucuras,
Não saiam para ver...
Eram apenas sombras,
Que se refletiam numa parede,
Pela chama da fogueira se projetava a imagem,
Tão presa aos olhos de quem olhava,
E tão segura aos olhos de quem acreditava,
Na sombra, a sua imagem, refletida.
Um belo dia,
Não tão quanto igual aos outros,
Algum broto deu um repente,
Arrebentou as correntes
E foi além da fogueira acesa.
Chegou do lado de fora da caverna,
E viu, que a vida é bela,
Com suas cores abundantes,
Sem a sombra refletida,
Sem parede, nem nuance.
Apenas a luz esplêndida ele sentia...
O broto, foi avisar aos outros,
Que o que eles viam, não existia...

"Lá fora é mais bonito o dia",
Mas ninguém lhe ouvia,
Porque acostumados com o reflexo,
Era o que todos eles viviam...
Acusaram o broto de louco,
E mataram-o, à custa das próprias sombras refletidas,
E tão acostumada para eles, isso era a vida.
Reflexo, projetado de sombra.
Eu te contei essa história,
Quando me disseste da oração...
O pesadelo é constante,
Mas a calmaria não é não,
E são poucos os de calmaria...
Pois, enquanto há chão pra se pisar,
E dias para se virar,
O embate cotidiano ainda não acabou...
Mas a oração é proteção,
É poder, força, libertação.
Se dói, e há pesadelos,
É porque ainda estamos presos...
E tem gente que te quer preso e amigo,
Perto, cego e no tino...
Esse é o "normal",
Em ritmo de desatino.
Cuidado...
A mão que te acaricia,
Como você mesmo viu,
É a mesma que te sufoca...
Se o agricultor não cuida da horta,
Não terá folhas novas...
E as ervas daninhas se alastrarão...
A raiz é o coração.

O agricultor é você,
A horta ou a plantação, é o ser,
E a oração é a chuva que cai para molhar,
É o Sol que nasce para energizar,
É a terra que se prepara para germinar,
É o agricultor que escolhe o amor,
As folhas novas é o florecer...
Somos como árvores,
E vamos regando à nós mesmos...
O Sol nasce para todos,
Mas o livre-arbítrio pode escolher...
Correntes ou luz?
Sombras ou vida?
Reflexo ou Ser?
Ilusão para crer ou visão para ver?
Se quando ora, tem pesadelo,
É sinal...Ore mais, e não se canse,
Alguém pode escutar você.
Para escrever à você...
Eu te conheço muito pouco,
Mas um pouco eu pude conhecer...
Mesmo que não me tenha dito isso,
Eu vou te dizer,
Que não me julgue recatada,
Por não deixar envolver...
É porque agora sou calada,
Antes preciso escutar você.
E sentir, o que tem aí, dentro.

O que queres assim, certo,
À 152km/h?
O que é o tempo?
Se não podemos apreender?
E sentir o tempo,
Passando dentro de você?
Queremos sempre mais,
Acelera, o tempo, assim, jaz,
Barulho, motor, estou pisando demais...
Vou indo longe demais...
Nessa estrada da vida.
O ser veloz, quer ser veloz...
Que não se reduz, nem é algoz,
Mas sempre veloz...
À que luz?
Da velocidade da luz?
Eu bem poderia dizer,
"Rompi a barreira do som",
Mas antes vim aqui perto,
Pra ouvir seu silêncio...
O bom, um "tum", um tom, a palpitar.
Tempo, espaço, velocidade, dimensão...
Onde reside a razão?
Terra, Atmosfera, Sol, Luz...
Onde reside a escuridão?
Eu te faço essa oração,
Para que antes do sono,
Você possa escutar você,
E ver que nenhum barulho é tonto,
Que não possa ensurdecer,
E que só você fica surdo se querer!
O filósofo Platão,
Foi autor de um mito...
Era uma caverna escura,

Donde pessoas, presas e duras,
De algemas e loucuras,
Não saiam para ver...
Eram apenas sombras,
Que se refletiam numa parede,
Pela chama da fogueira se projetava a imagem,
Tão presa aos olhos de quem olhava,
E tão segura aos olhos de quem acreditava,
Na sombra, a sua imagem, refletida.
Um belo dia,
Não tão quanto igual aos outros,
Algum broto deu um repente,
Arrebentou as correntes
E foi além da fogueira acesa.
Chegou do lado de fora da caverna,
E viu, que a vida é bela,
Com suas cores abundantes,
Sem a sombra refletida,
Sem parede, nem nuance.
Apenas a luz esplêndida ele sentia...
O broto, foi avisar aos outros,
Que o que eles viam, não existia...

"Lá fora é mais bonito o dia",
Mas ninguém lhe ouvia,
Porque acostumados com o reflexo,
Era o que todos eles viviam...
Acusaram o broto de louco,
E mataram-o, à custa das próprias sombras refletidas,
E tão acostumada para eles, isso era a vida.
Reflexo, projetado de sombra.
Eu te contei essa história,
Quando me disseste da oração...
O pesadelo é constante,
Mas a calmaria não é não,
E são poucos os de calmaria...
Pois, enquanto há chão pra se pisar,
E dias para se virar,
O embate cotidiano ainda não acabou...
Mas a oração é proteção,
É poder, força, libertação.
Se dói, e há pesadelos,
É porque ainda estamos presos...
E tem gente que te quer preso e amigo,
Perto, cego e no tino...
Esse é o "normal",
Em ritmo de desatino.
Cuidado...
A mão que te acaricia,
Como você mesmo viu,
É a mesma que te sufoca...
Se o agricultor não cuida da horta,
Não terá folhas novas...
E as ervas daninhas se alastrarão...
A raiz é o coração.

O agricultor é você,
A horta ou a plantação, é o ser,
E a oração é a chuva que cai para molhar,
É o Sol que nasce para energizar,
É a terra que se prepara para germinar,
É o agricultor que escolhe o amor,
As folhas novas é o florecer...
Somos como árvores,
E vamos regando à nós mesmos...
O Sol nasce para todos,
Mas o livre-arbítrio pode escolher...
Correntes ou luz?
Sombras ou vida?
Reflexo ou Ser?
Ilusão para crer ou visão para ver?
Se quando ora, tem pesadelo,
É sinal...Ore mais, e não se canse,
Alguém pode escutar você.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Poesia de amigo
Eu faço uns versos
De feliz aniversário,
Te desejo paz,
E muita luz amigo Lázaro...
A gente tem amigos,
Que às vezes moram longe,
Mas permanece o sentimento,
O querer bem é uma ponte...
A distância é relativa,
Quando temos o coração,
Fé, amor em Deus
A alegria falte não...
A ti o bem, irmão,
Hoje, e amanhã também!
Um abraço, :D
AK.
De feliz aniversário,Te desejo paz,
E muita luz amigo Lázaro...
A gente tem amigos,
Que às vezes moram longe,
Mas permanece o sentimento,
O querer bem é uma ponte...
A distância é relativa,
Quando temos o coração,
Fé, amor em Deus
A alegria falte não...
A ti o bem, irmão,
Hoje, e amanhã também!
Um abraço, :D
AK.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Recebido/Enviado
Em enviados:
Há um tempo em que a sede é dura
E em toda respiração
Eu ainda sinto uma securaÉ a voz que não se cansa de cantar, das entranhas
Movida provocadamente por interferências escuras
Des-confiança, pecado, iniqüidade, insolentemente...
A mulher rasga os ferrolhos, com os dentes
Vê que os dias se passam e também as noites
E resiste com o peito entregue, chãos novos para o sapato, velho, pisar
De dedos ressequidos, por tanto lutar
De fora da prisão,
Vive o dia de cada parto
Parte em alto, sem temer dor, surpresa, frieza, sangue...
Uma filha, e moça como todas, ela não é
O Pai jurou-lhe amor eterno
E ela acatou assim
Como cada um carrega sua cruz, tem a vida que lhe escolheu
Vive a hora da vida, silenciosamente no barulho, dos outros, do mundo, no seu
Neste dia, um céu de abril que se abriu no estio outono
Coloca pra fora o sofrimento com pesar
A mordaça, o calar, e o que sobra dessa mulher
Árdua tortura lhe chega acalentar
Como a ilusão aí está, não se preocupe.
Com retidão pode até estar ao chão,
Mas ela não demora a tardar.
O vento secou a lagrima, e a pele ressequida, de outras vidas.
Não se acostumou com lenço, muito sensível, pra quem muito levou,
E ainda leva.
Não se acostumou com lenço, muito sensível, pra quem muito levou,
E ainda leva.
No Céu de abril, que se abriu no estio outono 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Pelo ralo
Capa rígida,
Cerviz de ferro
Anda calçada,
Por vezes, desatento
Mas o passo é reto,
Rumos para o rumo...
Ruma ao longe o feito
Não depende da vontade,
Pro acerto, mesmo sem medo,
É preso e indubitável,
O sujeito limitado,
Tem asas,
Vôa, e depois ecoa,
O grito, e um calado...
A cédula, amordaça,
E a mordaça, calha,
Só malha, com desdém.
Numa cadeia de ferro,
Anastácia,
Trancada,
Não pode voar.
O teto cai.
A cabeça?
Ereta,
Em reverêcia,
Cabisbaixa, mas reta,
Se põe a humilhar,
Seu senhorio, maestro abandonar.
E a cabeça?
A cabeça, sente.
É digna, tem honra,
Leveza,
E sabe esperar.
Acertar o passo,
E a lágrima a escoar, pelo ralo.
Cerviz de ferro
Anda calçada,
Por vezes, desatento
Mas o passo é reto,
Rumos para o rumo...
Ruma ao longe o feito
Não depende da vontade,
Pro acerto, mesmo sem medo,
É preso e indubitável,
O sujeito limitado,
Tem asas,
Vôa, e depois ecoa,
O grito, e um calado...
A cédula, amordaça,
E a mordaça, calha,
Só malha, com desdém.
Numa cadeia de ferro,
Anastácia,
Trancada,
Não pode voar.
O teto cai.
A cabeça?
Ereta,
Em reverêcia,
Cabisbaixa, mas reta,
Se põe a humilhar,
Seu senhorio, maestro abandonar.
E a cabeça?
A cabeça, sente.
É digna, tem honra,
Leveza,
E sabe esperar.
Acertar o passo,
E a lágrima a escoar, pelo ralo.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Risos!
Recebido de Arquiteto Espírito de Arte:
A essência é cativante;
A beleza conquistante..
De certo, brilhante estudante
atuante, vai adiante.
parei para pensar em voce nesse instante
acabei nesse verso brilhante...rs
Respondido:
Desde o dia que me mandaste a mensagem,
Estive a ir adiante,
Porque o tempo, é constante,
E eu, inconstante, vou fazendo o feito...
E vejo, como o tempo se vai, a passar
E eu junto com ele,
Vivendo, construindo, moldando,
O tempo, quero amigo!
Eu vou indo sem medo,
Sem pressa pra chegar,
Mas também sem despeito,
A lerdeza não serve para estar.
É o enlace apropriado,
Pra cada sapato e seus laços,
De braços dados,
Que eu vejo, estão a plainar.
Por isso,
Me deixo, e estou aqui,
Alí, e em outro lugar.
Estou fazendo o feito,
Que logo em breve,
Seu correiro eletronico vai apreciar!
Hahaha, o verso ficou engraçado!
Beijo,
E tenha um bom dia, arquiteto espírito de arte!
segunda-feira, 29 de março de 2010
Muriçocas Sanguinárias
Libidinosa respiração passeava
A expirar no silêncio do crepúsculo...
Aurora a hora que vi você!
Depois de cabra e mudo,
Como um susto, agora quer aparecer...
O diaxo agora deu pra embeber!
E num é o que?
Fica feito moço tinhoso,
Feito broto esperando o anoitecer.
Chega por retalho,
Tem plano no seu passo,
Para o rumo proceder...
Cria até cortina do amanhecer...
Vem caladinho, chega ao ouvidinho,
Só pra escutar o seu dizer
Se enrosca que nem neném,
Feito bebê que quer memê,
Dá um jeito e arruma logo o faro,
Doidinho pra cheirar e se envolver...
É que... É que essa cortina...
Essa cortina é de plástico.
Acima de tudo existe um envolto forte e alto,
Pra neném não ir pro lado...
Filtra forte a cortina e a cobiça,
Que insistem as sugadoras muriçocas,
Malditas sanguinárias,
Aborrecem meus sonhos de dormir.
A boca grita: vai pro teu lado, diaxo,
O bicho não mora aqui!
Resposta à Castro
Poesia recebida_ do Senhor Fernando de Castro
Você é bonita
É verdade
Não posso negar
Ao seu lado eu estaria sem jeito
Seu rosto não vai me enganar
Sua beleza está dentro do peito
Nunca eu digo tudo que eu penso
Tento pensar tudo que eu digo
Mas não penso e digo
Não sou bom com as palavras
Não consigo arrumar as letras na tela
E longe dela eu me perco
Eu sei para onde ir
Mesmo parecendo perdido
Eu sigo um caminho
Em uma missão que não se ver
Mas se sente
É só fechar os olhos
Como quem pula de um penhasco em um grande vale
De olhos fechado para sentir o prazer
Prazer que não está no tocar do corpo na água
Mas no momento da queda e do vendo suave
Que toma a alma e faz o mundo desaparecer por um segundo
E um instante se transforma em um grande momento
Enquanto não consigo achar uma forma de mudar o mundo
Eu vou profundo na formula da arte sem fim
É incontrolável faz parte de mim
Você tem dado raízes a tudo isso
Fazendo ficar sólido
Dando-nos um passado
Para poder enxergar o futuro
Obrigado.
__________________________________
Resposta à Castro
Mas a queda já não é a própria busca de ar?
Nessa missão que não se vê, só se sente?
E esse Vale?
A que precipício está diante dos olhos?
Não sabes a altura, nem a profundidade...
E se a superfície é dura?
Como vai o voador sonhar com ar?
Nesses passos que não se mostram,
Nesse vento que vos leva,
Não se pensa em morte,
E nem na vida aquarela.
Mas que adiantas, meu caro?
Sentir prazer para que?
Se vaidade nesta terra já se vê,
Onde mais se reside o bom prazer?
Digo sem instinto, do corpo ao espírito?
Voar de olhos fechados?
Eu já sonho acordado...
Pra que cegar o vôo?
Tudo é mais bonito iluminado,
A cor que reflete e vem do raio.
A plenitude está no vôo alto,
Que sobe o céu, feito um parto,
Voando alto para cima.
Pleno o ser que vibra com o ar,
Que vôa a alma a desfrutar,
E some o mundo pelo ar...
A visão fica distante,
Ao longe o mundo cai,
Estou vendo uma névoa branca,
A Terra ficou longe demais...
Por todos os segundos!
Esse grande momento,
Pode ser eterno, e ainda acontece mais.
Ou simples finito.
E aí? Que faz minha arte humana?
Executa para muito além do fim.
Sou transformação,
Mexo aqui, vou ali,
Aconteço na vida,
O Sol também mora em mim.
Uma radiação sem fim,
Formulada sem o homem.
Sou parte de tudo,
Sou vida no mundo,
Minha casa não é aqui,
Estou de passagem,
Espalhando flores só pra fluir.
Você é bonita
É verdade
Não posso negar
Ao seu lado eu estaria sem jeito
Seu rosto não vai me enganar
Sua beleza está dentro do peito
Nunca eu digo tudo que eu penso
Tento pensar tudo que eu digo
Mas não penso e digo
Não sou bom com as palavras
Não consigo arrumar as letras na tela
E longe dela eu me perco
Eu sei para onde ir
Mesmo parecendo perdido
Eu sigo um caminho
Em uma missão que não se ver
Mas se sente
É só fechar os olhos
Como quem pula de um penhasco em um grande vale
De olhos fechado para sentir o prazer
Prazer que não está no tocar do corpo na água
Mas no momento da queda e do vendo suave
Que toma a alma e faz o mundo desaparecer por um segundo
E um instante se transforma em um grande momento
Enquanto não consigo achar uma forma de mudar o mundo
Eu vou profundo na formula da arte sem fim
É incontrolável faz parte de mim
Você tem dado raízes a tudo isso
Fazendo ficar sólido
Dando-nos um passado
Para poder enxergar o futuro
Obrigado.
__________________________________
Resposta à Castro
Mas a queda já não é a própria busca de ar?
Nessa missão que não se vê, só se sente?
E esse Vale?
A que precipício está diante dos olhos?
Não sabes a altura, nem a profundidade...
E se a superfície é dura?
Como vai o voador sonhar com ar?
Nesses passos que não se mostram,
Nesse vento que vos leva,
Não se pensa em morte,
E nem na vida aquarela.
Mas que adiantas, meu caro?
Sentir prazer para que?
Se vaidade nesta terra já se vê,
Onde mais se reside o bom prazer?
Digo sem instinto, do corpo ao espírito?
Voar de olhos fechados?
Eu já sonho acordado...
Pra que cegar o vôo?
Tudo é mais bonito iluminado,
A cor que reflete e vem do raio.
A plenitude está no vôo alto,
Que sobe o céu, feito um parto,
Voando alto para cima.
Pleno o ser que vibra com o ar,
Que vôa a alma a desfrutar,
E some o mundo pelo ar...
A visão fica distante,
Ao longe o mundo cai,
Estou vendo uma névoa branca,
A Terra ficou longe demais...
Por todos os segundos!
Esse grande momento,
Pode ser eterno, e ainda acontece mais.
Ou simples finito.
E aí? Que faz minha arte humana?
Executa para muito além do fim.
Sou transformação,
Mexo aqui, vou ali,
Aconteço na vida,
O Sol também mora em mim.
Uma radiação sem fim,
Formulada sem o homem.
Sou parte de tudo,
Sou vida no mundo,
Minha casa não é aqui,
Estou de passagem,
Espalhando flores só pra fluir.
sábado, 27 de março de 2010
Hosana!
A poesia ta dentro de ti,
Ou de mim...
Estamos no mesmo lugar comum,
Com todos,
Ou só em Um,
É, vislumbro o porvir,
Que já está,
Meu aconchego.
E o que eu digo, pra ti,
É que vai se vendo por aí,
Teatro, música, dança...
Como é bom observar a arte,
E olhar o trabalho do homem,
De todas as partes.
A gente pode se ver por aí,
Alí ou em Aloha.
Hosana nas alturas! Ihuuuuuuuuuu!
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