Um quarto vazio.
Paredes pálidas que choram um choro OPRIMIDO!
Acreditei que a convivência venceria,
mas respeito pelos seus não há!
São mal educados, ingratos, indignos de conviver com a corte!
Seus filhos! Eu tentei, mas acredito que o amor (verdadeiro) tudo vence!
Essas paredes passarão, mas meu amor não.
Altivez, banalidades, mediocridade, hipocrisia, PREVALECEM!
Não! Não! E não!
Recuso-me a ser condescendente à isso.
Submeter-me ao pedestal de outrem, que nada meu é.
Ficou pesado! E esse fardo não fui eu que plantei,
Logo, não me pertence.
Se eles não me amam, tudo bem.
Mas que RESPEITEM os que verdadeiramente são inerentes
À isso que você chama de "lar", mas que na verdade é um cerco!
Se no "lar" não há respeito aos que daqui são,
Que impere então o egoísmo evidente,
Que não aceita uma folha de papel!
Não há argumentos para a censura...
Mas o motivo da opressão é estampado:
Eis-me aqui.
Eu volto, mas não tenho escolha agora.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Poesia de Raiz
Minha avó Ely,
Minha mãe, minha rosa,
Minha inspiração!
Nestes versos simples e leves
Eu te ofereço o que a poesia tem no sabor
O que a poesia tem pra dizer
O que a poesia é,
E o pássaro que voou.
A vida é um presente
E a gente sente
Porque o tempo não passou
Coloco no momento de agora
De dentro pra fora da alma,
O que nos impulsiona para o amor!
E ah! Como eu te amo!
Eu não me conteria esse sentimento
Deixá-lo dentro de mim
Antes eu venho aqui para dizer
O quanto és querida e cheia de vida,
Uma roseira, uma flor!
Tu me consolas com a tua presença
Nos gestos mudos, no silêncio, no olhar...
Porque em todos os lugares serás minha companheira,
Vistosa! Formosa! Fortaleza!
D'esta tua filha que vê
Resplandecer em ti imensa beleza!
Sabedoria que muito suporta,
Bondosa sapíência, és amável
Minha avó, como és cheirosa!
Eu te venero, ó filha do Sábio!
Sabido é Deus, o Criador, que te criou!
Bendito ó Pai, glorioso Senhor!
Que me destes esta avó maravilhosa
Só agradeço, muito obrigado pelo penhor!
Vó, vovó,
Eu te levo no coração para que em qualquer lugar e tempo que eu for,
Eu veja o teu sorriso lindo, eu sinta o teu amor!
Esplendida e agraciada por Maria Santíssima tu és!
Pois pelo dom da maternidade que recebestes,
Sentimentos puros, zêlo, colo e carinho,
Desde a sua mocidade destes gratuitamente,
Não medistes esforços para os seus!
Desde sempre és mãe amorosa,
Que tudo sente neste coração lúcido,
E feito de doação. Que a vida inteira foi o que fizestes:
Doar-se! Em tudo, no melhor que há em si!
Prova de amor imensurável, altruísmo viçoso...
Benéfica e forte,
És tu, minha avó Ely!
Uma fibra de mulher,
Referência para toda a vida,
D'esta tua filha,
D'esta tua prole!
Muito obrigada por tudo
Grande beijo,
Anna Karenina de Oliveira Vieira
Minha mãe, minha rosa,
Minha inspiração!
Nestes versos simples e leves
Eu te ofereço o que a poesia tem no sabor
O que a poesia tem pra dizer
O que a poesia é,
E o pássaro que voou.
A vida é um presente
E a gente sente
Porque o tempo não passou
Coloco no momento de agora
De dentro pra fora da alma,
O que nos impulsiona para o amor!
E ah! Como eu te amo!
Eu não me conteria esse sentimento
Deixá-lo dentro de mim
Antes eu venho aqui para dizer
O quanto és querida e cheia de vida,
Uma roseira, uma flor!
Tu me consolas com a tua presença
Nos gestos mudos, no silêncio, no olhar...
Porque em todos os lugares serás minha companheira,
Vistosa! Formosa! Fortaleza!
D'esta tua filha que vê
Resplandecer em ti imensa beleza!
Sabedoria que muito suporta,
Bondosa sapíência, és amável
Minha avó, como és cheirosa!
Eu te venero, ó filha do Sábio!
Sabido é Deus, o Criador, que te criou!
Bendito ó Pai, glorioso Senhor!
Que me destes esta avó maravilhosa
Só agradeço, muito obrigado pelo penhor!
Vó, vovó,
Eu te levo no coração para que em qualquer lugar e tempo que eu for,
Eu veja o teu sorriso lindo, eu sinta o teu amor!
Esplendida e agraciada por Maria Santíssima tu és!
Pois pelo dom da maternidade que recebestes,
Sentimentos puros, zêlo, colo e carinho,
Desde a sua mocidade destes gratuitamente,
Não medistes esforços para os seus!
Desde sempre és mãe amorosa,
Que tudo sente neste coração lúcido,
E feito de doação. Que a vida inteira foi o que fizestes:
Doar-se! Em tudo, no melhor que há em si!
Prova de amor imensurável, altruísmo viçoso...
Benéfica e forte,
És tu, minha avó Ely!
Uma fibra de mulher,
Referência para toda a vida,
D'esta tua filha,
D'esta tua prole!
Muito obrigada por tudo
Grande beijo,
Anna Karenina de Oliveira Vieira
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