quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Paredes choram

Um quarto vazio.
Paredes pálidas que choram um choro OPRIMIDO!
Acreditei que a convivência venceria,
mas respeito pelos seus não há!
São mal educados, ingratos, indignos de conviver com a corte!
Seus filhos! Eu tentei, mas acredito que o amor (verdadeiro) tudo vence!
Essas paredes passarão, mas meu amor não.
Altivez, banalidades, mediocridade, hipocrisia, PREVALECEM!
Não! Não! E não!
Recuso-me a ser condescendente à isso.
Submeter-me ao pedestal de outrem, que nada meu é.
Ficou pesado! E esse fardo não fui eu que plantei,
Logo, não me pertence.
Se eles não me amam, tudo bem.
Mas que RESPEITEM os que verdadeiramente são inerentes
À isso que você chama de "lar", mas que na verdade é um cerco!
Se no "lar" não há respeito aos que daqui são,
Que impere então o egoísmo evidente,
Que não aceita uma folha de papel!
Não há argumentos para a censura...
Mas o motivo da opressão é estampado:
Eis-me aqui.
Eu volto, mas não tenho escolha agora.

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