Não precisa evitar meus olhos, baby
Eu sei que você está louco pra me encarar
Não retarda essa vontade doida de me ter
Porque isso é o mesmo que eu sinto por você
Entao vem, mas não demora
Porque te quero agora
Sem início, sem meio, nem fim
Só quero você pra mim
Queria tanto transformar esses versos em canção
Mas é mesmo uma pena
Porque são só palavras que brotam do coração
Entao vem, mas não demora
Porque te quero agora
Sem início, sem meio, nem fim
Só quero você pra mim
junho 2008
domingo, 14 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
DESANCORAGEM
Estou na biela de paz e caos
Na linha imaginária do oceano
Costurando os mapas de arsenal
Quebra-cabeças de minha cabeça
O navio já ficou ôco, cheio, denso
Agora só quer navegar por aí
No limite da racionalidade
Da minha insana mente lúcida
Estou no picadeiro dos reparos
Sapateando no cais das convicções
Aportadas inconvictas ilusões
Retiram-se para novos cuidados
Substituo agora os meus lemes
E reformo o casco do mesmo barco
Para ver diferente minha gente
Ângulos, passos e espaços
Tô saindo dos vícios idiotas
Patogênias de gente vaidosa
Retrucando até as poesias
Enganadas por vezes em demasia
Tô varrendo meu navio
Bravio, terno e de brios
Buscando novas rotas
À leguas de poetas, como eu
E nesse desancoro
Vou partindo sem remorso
No embalo viajante do mar
Novas águas irei navegar
30/08/2008
Na linha imaginária do oceano
Costurando os mapas de arsenal
Quebra-cabeças de minha cabeça
O navio já ficou ôco, cheio, denso
Agora só quer navegar por aí
No limite da racionalidade
Da minha insana mente lúcida
Estou no picadeiro dos reparos
Sapateando no cais das convicções
Aportadas inconvictas ilusões
Retiram-se para novos cuidados
Substituo agora os meus lemes
E reformo o casco do mesmo barco
Para ver diferente minha gente
Ângulos, passos e espaços
Tô saindo dos vícios idiotas
Patogênias de gente vaidosa
Retrucando até as poesias
Enganadas por vezes em demasia
Tô varrendo meu navio
Bravio, terno e de brios
Buscando novas rotas
À leguas de poetas, como eu
E nesse desancoro
Vou partindo sem remorso
No embalo viajante do mar
Novas águas irei navegar
30/08/2008
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