O mundo mudou
Mudou que nem percebi
A mudança muda e cega
Que se esconde por trás de bons discursos
E faz a nação burra e presa
Ter passos que se perdem no escuro
São todos mascarados mudos
Que mutam-se de várias cores
Vários rostos que não sei quem são
Caráter íntegro correto,
Digno o honesto sóbrio
Sóbrios responsáveis de hombridade,
Cadê? Onde estão?
Falência múltipla de homens.
A morte.
Agora são mutantes.
24/03/2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Falência do Mundo
Estou derramando algumas gotas de sal dos olhos
Toda noite eu derramo um pouco
Que é pra lavar a alma
De impurezas acumuladas
Estou derramando algumas gotas de saldos olhos
Um pouquinho, gota em gota,
Quer é pra ver se fico leve
Suave para os passos sóbrios
Algumas gotas de noite estou derramando
Lamentos da falência do mundo
Alvoradas estou esperando
No meu leito deleitada
25/02/2009
Toda noite eu derramo um pouco
Que é pra lavar a alma
De impurezas acumuladas
Estou derramando algumas gotas de saldos olhos
Um pouquinho, gota em gota,
Quer é pra ver se fico leve
Suave para os passos sóbrios
Algumas gotas de noite estou derramando
Lamentos da falência do mundo
Alvoradas estou esperando
No meu leito deleitada
25/02/2009
Sem saber porque
Abro a janela para entrar o silêncio da rua
Eu não quero sair e ver as suas
As suas paredes de concreto,
Altas, compridas e feias
Cortando minh’alegria de mar,
Que eu avistava antes daqui
Eu tenho que ir embora para longe
Em nenhum lugar,
Que ninguém me ache
Nem nada me perturbe
Para eu poder respirar e ouvir essa força que sai de mim,
Chamada ar
Nesse lugar que não existe
Que na minha cabeça resiste existir
Não quero, Elis, uma casa no campo
Só preciso de uma sombra fresca,
Debaixo de uma copa de árvore
Em total contato com a natureza
Para que o amor em mim derrame
E eu possa viver sem chatices e incômodos
Meu vizinho está gritando
Batendo no seu filho mais novo
O moleque está chorando,
Lágrimas que não se compram
Sem saber o porque
Uma casa de sapê também não serve
Poderia ser de pedra,
Para proteger das feras,
Que por aí se escondem
Algum lugar no planeta me convide a entrar.
Obrigada,
Anna Karenina Vieira
25/02/2009
Eu não quero sair e ver as suas
As suas paredes de concreto,
Altas, compridas e feias
Cortando minh’alegria de mar,
Que eu avistava antes daqui
Eu tenho que ir embora para longe
Em nenhum lugar,
Que ninguém me ache
Nem nada me perturbe
Para eu poder respirar e ouvir essa força que sai de mim,
Chamada ar
Nesse lugar que não existe
Que na minha cabeça resiste existir
Não quero, Elis, uma casa no campo
Só preciso de uma sombra fresca,
Debaixo de uma copa de árvore
Em total contato com a natureza
Para que o amor em mim derrame
E eu possa viver sem chatices e incômodos
Meu vizinho está gritando
Batendo no seu filho mais novo
O moleque está chorando,
Lágrimas que não se compram
Sem saber o porque
Uma casa de sapê também não serve
Poderia ser de pedra,
Para proteger das feras,
Que por aí se escondem
Algum lugar no planeta me convide a entrar.
Obrigada,
Anna Karenina Vieira
25/02/2009
Assinar:
Postagens (Atom)