E ela com
sua blusinha velha,
Acizentada...
Dessas em
que te lançam olhar de flecha atravessada,
Contemplava
as nuances da estrada.
Sorriam por
dentro, as entranhas,
Desgarrando
a poesia viciada.
E com um
riso emocionado desprendeu o que jazia por dentro.
Os pés,
postos numa havaiana,
A água
gélida e vital estremecia por entre os dedos.
Deixou as
sandálias e saiu descalça em meio as pedras,
Submersa de
corpo inteiro por dentro d’água corredeira.
Olhou pro céu,
E depois se
despediu por entre os oásis fulgurantes que se deparara.
O oásis de
uma terra inteira,
O oásis de
um povo viril, intenso e negro.
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