A vida pode se confundir com um labirinto... Que às vezes se mostra aberto, caem-se os muros e então clareiam-se as passarelas. Outrora se esconde, escurece. Considerando-se um sonho mal dormido, num acordar mal sonhado, os fluxos de energias se deparam de frente, ou de lado, parado, em movimento, se apresentam bem pensados, ou simplesmente sem rodeios...
É como que num ato cerimonial apresentam-se as faces, facetadas com suas roupas, suas falas, seus dizeres cotidianos semi-ensaiados, e cansados - talvez. É o labirinto metafísico, ou físico realizadamente real, ou semi-real num universo virtual, ou ainda, metafísico-real-virtual dentro de uma realidade, acontecida. Assim é a vida - inapreensível. É a vida cotidiana camuflada de palpável, mas por onde os fluxos intercorrem, intercedem iminentemente no fazer... Que nem os ímans, magnéticos atraem, distoam e afastam: magnetismo, só que numa combinação única de cada elemento humano, intercedido por inúmeras forças violentas, pacíficas, neutras, sujeitas, calçadas e vestidas.

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