terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

À Selma

Que Assim Seja
Colega poeta
Entre a vida
E as descobertas
O virtual pode ser real
E as poesias...
Se emaranham
Nesses processos,
Sígnicos, lindos
Contato feito em versos...

Sensibilidade, percepção
Busco identidades
Entre tanta ebulição...
Ainda bem que a poesia
É todo dia
E isso, nunca acaba não!


Calmaria e luz pra tds nós...

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Recebido, de Selma

É o bom do infinito
Encontrar braços dados,
Mãos entre dedos,
Cabeças ebolindo
Sonhos, divãs, saltos e acertos...
Eu sinto a essência de cada coisa
Uma de cada vez...
Vejo harmonia,
Mas uma louca sai de mim varrendo o mundo,
E a desordem deixa o caos e logo, um Anjo
Claramente descortina o céu, e surge...

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