segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Exposição

Nao te dissequei todo, aliás, diria que, "nada"!
E agora você se tornou minha sede.
E aí?
"E aí?", nada.
Quero só inverter os papéis.
E te mostrar isso, o inverso.
As intervenções acontecem. Você me cutucou no imaterial, e fica com o sentimento mudo, posso supor, "vazio".
E graças à sua tosquidão de sair sem dar tchau: está o que coloquei depois, de evitada.

"E aí" é que é muito simples... Deixa ao acaso... Mais fácil quando tudo dentro da bolha, noite.
quando e barbudo ? peralta conhecer mudo o ? tupiniquim          
É a pergunta da escrava Anastácia...

Percebeu as algemas nos pés?

Mas eles andam.....................











Presa no corpo livremente.

Deixo um presente para o tosco, em manto, Agressivo, iluminado, de carne, mole, fraco e mágico, de sorriso saltitante, um cutucador misterioso. Cutuca e não se mostra, prefere a solidão, escondido na vitrine do olhos, ainda que "fechados", - exposição - que resplandecem e resvalam essa criação "ostra-quase-cismo", terceiro milênio.

Um comentário:

Alberto Marlon disse...

A Escrava, mesmo com a mordaça, insiste em nos falar...calada, da noite afora.