No mundo, o mais esperto logo sobressai-se quando consegue manobrar dentro disso tudo.

Na metafísica, que também ecoa no mundo, o sábio é quem vê
e
percebe tudo, como um bom observador...
Que, no entanto, sabe o que é o melhor para o espírito, a saciar a essência, não o instinto - a carne que perece podre junto as cousas mundanas.
E falando em instinto, com congruência,
a mente que mente,
também integra da ilusão contida no mundo...
Maldita a mente, maldita a mente e ainda blasfeme, que engana, e ofusca a visão.
É esse o preço que paga o homem a tornar-se a ser além de si mesmo.
O "além do homem" a que fala Nietzsche - pra mim, um algodão fluido.
Se não sou ainda, quero ser um algodão fluido, ou o super-homem, nietzscheano - como preferir, com composição algodoada e fluida.
Apenas sinto(a) o ser, e eu o sou (e você é).

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