segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Soneto

Não deu tempo vestir-me de mulher
Lembrar que o sonho de infância é real,
A fantasia criança ainda ressoa igual,
Levo o arda meninice onde estiver

Não deu tempo sentir saudades, até,
Curtir aquele mar, lindo visual
Meus amigos, galera especial
Quero perto, sempre que der

Nas mãos, futuro livre e seguro
Fruto do trabalho e sabedoria
Muito obrigado heróis, por tudo!

Preenchido e honrado meu coração,
Entoa saudade, fé, amor e alegria
Por ti Piedade uma grande paixão!

Novembro/2006

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