quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Des-conheço

O desconhecido veio primeiro até a mim...
Se veio até a mim,
Deveria saber ele porque estava ali,
No imaterial... Cutucando-me.
E por ser um desconhecido virtual,
É que fui "forçosamente" no concreto,
Alguém deveria romper a barreira digital,
E foi quando o vi,
E quando o vi,
Instiguei-o sobre: "então o contato está estabelecido?"

Mas não adiantou
O rapaz primeiro cutucou,
No palpável virou-se o rosto
Com um ar desgostoso,
Até parecia bom moço,
Mas agia com revelia,
Convencido de si...

A indiferença poderia ceder à complacência
Mas é nítido que não humilde,
Resiste, e persiste rebater

Reveste o discurso de elogio,
Mas no fim cede ao irônico "pra si"
Não obstante, é inconstante,
Simpático ao julgamento,
Até onde vai seu belo espelho?
As pálpebras, abrindo, resvalando...?

A vida simples se confunde em Banho Maria
Ele cozinha uma vida tranqüila
Mas o peito ressoa palavras infames
Não resista, meu caro
A simplicidade existe...
Está ao seu alcance

E quanto à mim, "grande sábio"
Deixo a porta entreaberta
Quando quiser mesmo a descoberta
De um espírito de poeta,
Estarei sorrindo,
Pois sorrindo,
Responderia a ti ao mínimo "tudo bem?" que não me fez

O desconhecido veio até a mim
Deveria saber ele porque fez assim...
Eu não te quero muito mal,
Poderia ser um braço estendido,
Mas você enxergou um desatino,
De um ser que "assustou" no final...

Os olhos vêem com o coração.

inté! :P

Um comentário:

Jam Session Produções disse...

oia eu aqui...qnd vi...tomei um susto...hehehe

vc eh mah!!! heauhauehae