Essa poesia,
meus amigos,
Eu dedico
para aqueles que são cheios de vida,
Àqueles que
têm sensibilidade, semancol e compaixão.
Que sabem o
seu lugar e para onde vão.
É para
aqueles que não têm medo nem da escuridão.
Essa poesia,
senhores!, eu dedico,
Eu dedico e
entrego para os nobres de espírito
Que sabem
ser humildade, e se recolher quando preciso:
Ter
resignação. (E que não tem nada a ver com dinheiro na mão).
O ser humano
é livre
E opta pelo
caminho que segue
E por que
sabe por onde vai,
Não teme,
nenhuma retaliação.
A poesia é
pra quem ouve o sábio sabiá,
Que sabe
assobiar sabidamente,
Para sabidas
mentes conectadas ao coração:
Que sabiá
não assobia sem precisão.
Toda vez que
está no seu galho latente,
O sabiá busca
a sabedoria longe dos olhos doentes
Longe dos
torpes e soberbos
Da bajulação
interessada do que é o medíocre.
E na
simplicidade de sua canção, canta o sabiá
Que não é
mestre sala e nem de sala,
Faz sua
projeção quando quer.
São
engenhosas as melodias
Retira as
vendas dos olhos seus,
E vê como é
grande a vida,
Como ela se
irriga...
E pulsa!
Ofereço-te
flores perfumadas
Com cheiro
de Universo
Para que
sigas,
E lendo
esses versos: Se liga!
Sua
construção não mora aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário