Me faço grão de areia
para a densa pedra passar
Sol portal sou.
Para esse fino vento pousar o ar,
Para que no vento passar,
Nada de dor, nem rancor,
eu sinta. Ausência de medo.
Ausência cabou,
É só possibildade de ser!
Quando além disso,
Se pode perceber
Como chuva que cai e faz molhar,
Para germinar
Árvore de vívida!
Vistosa e bela árvore és!
Sim. Nos chega!
Vai molhando a nossa vida...
Para a poesia bonita,
Me poder passar!
Passa daqui
Passa de lá
E já me chega o cordel
Para dilatar essas rimas
Que o cordel vem do céu
E fez o povo falar
Eu falo sem véu
Porque se faz assim
Aqui, aliança
Eu quero você em mim!
É só. Siga a sina,
Do mistério da vida!
E só deixe viver.
Assim, verá, pois,
Tudo o que eu faço,
Proceder: o bem.
Tu não ficarás aquém!
Ou aqui.
Ainda está por vir
Tudo o que fagulha o ar
Poeira luminosa
Que de repente,
O cordel arribiar.
Arribia daqui,
Arribia de lá.
É lapso pra sair,
É lapso pra falar,
Que o povo inteiro incita,
PESTANEJAR.
Pestaneja pra'qui
Pestaneja pra lá
Vai, será em,
Cultura locus ar.
Localização da calma,
Equilibrando o sinal,
E a alma.
E sedento, e sem caos,
Em você,
Perpetuarás!
Vamos ver!
Cordelemnumpaespritosantoamemcontinuar.
PLAY!
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