Desceu em meu ser um anjo
Cobrindo minha alma de veludo
Revelando-me a essência no tudo
Encontrando no amor meu âmago
Aquele que me movimenta
Me nutre e me alimenta
Essa minh'alma de veludo
A fé no nada me leva ao tudo
Exclui-se a matéria e o vácuo, ficam as idéias
No casco do meu barco, levantam-se as velas
Avisto ilhas de luz, e velejo na direção delas
Lá encontro castelos belos, jardins suspensos de anseios
Lá eu sou o próprio espelho
Enfrentando meus demônios
O medo vem do nada...
Mas não se preocupe!
Acenda a luz da varada
Que estou chegando levando a paz de tudo
Caio Caribé * Anna Karenina Vieira * Mura Tavares
Jan 2009
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