Não tenho agora planos fantásticos
Mais uma vez não agora tenho planos
Nessas cortinas e panos que me ando
Perplexa processando pelos cantos
Minha emoção racional e analítica
Misturada impura pelas correntezas dessa vida
Me atiro em meio a multidão sem rumo
Já estou superando o medo, prometo
Promessa essa que me endivida
Me faz correr mais essa saga
De um sentindo aparente por detrás da cortina:
A criança.
Aquela que habita em mim
Mas porque me castigas assim?
Menina de olhos rebaixados, frieza
Se mutam de repente, alegria
Que fazes assim, mocinha,
Dess'eu mole coração duro?
- É qu'eu não sei falar sem ser de coração.
Um comentário:
lindo!...e para ti...
"the flowers are all right"...!?...
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