segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Esclarecimentos

Não estou aqui com o intuito de querer/fazer com que concordem comigo, assim como o próprio boca do inferno. Afinal de contas qual a graça, senão a polêmica (com juízo, claro)? Aliás, o boca do inferno não existe para que todos aceitem suas idéias, muito diferente disso, para que reflitam suas idéias. Ou me engano?
E eu, na minha reflexão e atendendo ao tópico da comunidade (dizer a opinião da última edição do boca do inferno) que EU expressei O MEU PENSAMENTO. Sem pretensões de fazer discurso ginasiano, disso ou daquilo, resumi em poucas palavras a minha idéia sobre a ultima edição do boca do inferno: "uma tremenda vaidade! pedante e . . . arrogante".
Por esquecimento meu, desapercebi outra característica sobre o boca do inferno. Por isso com o maior prazer acrescento: TOLO!
PACIÊNCIA se não agradei aos olhos de quem leu o que escrevi. Não quero convencer ninguém de nada. Apenas procuro meu espírito crítico ao alienar-me por palavras inflamadas, ásperas e um tanto medianas. Se as mesmas expressarem uma compatibilidade com as minhas concepções, ótimo – o que já aconteceu em edições anteriores -, mesmo ásperas cumpriram o objetivo de CONSTRUIR algo positivo. O que ao meu ver não ocorreu desta vez.
Se o boca do inferno é o portal de voz do CA, não sei. Mas se for, representa ainda o monopólio da comunicação, pois traduz a opinião do curso para a construção textual e semântica de um grupo fechado de pessoas. O que muito deveria ser lembrado e feito é a discussão em prol de um bem comum, o bem do curso de comunicação social da uesb. Ao contrário do que se vê: picuinhas, disse me disse, e respostinhas para os seus opositores. Por isso que achei a ultima edição do boca do inferno, pedante(extremamente pretensioso), VAIDOSA(principalmente, porque a humildade é uma atitude escassa nesse contexto), arrogante(audaciosa que só), e por último, e inédito, tola(pateta! porque se apoiou num discurso oco, injusto - porque se utiliza do discurso de ansiar a melhoria do curso para se promover apoiando-se por polêmicas mal intencionadas).
Digo isso, porque assim como o boca do inferno não está nem aí para opiniões contrárias, eu também não estou nem aí para quem pensa diferente de mim. De uma coisa eu tenho certeza, mesmo que a maioria se alimente de coisas pequenas, como carniças de urubus, disputando por pouca coisa, pura vaidade; continuarei a rir da hipocrisia que se vê, e também, digo, principalmente, do ridículo que paira sobre a mente mesquinha do curso de comunicação. Não só a rir, como a ter a minha opinião e a propagá-la se assim julgar necessário.
O grande lance de estar escrevendo agora, é que eu acho que não fui bem compreendida. Aliás, a proposta do tópico da comunidade não foi bem compreendida.
Para deixar claro, em nenhum momento disse que o boca do inferno foi pedante, arrogante, vaidosa, e agora tola, por ter se posicionado politicamente. Que se posicionasse politicamente, mas procurasse aproximar-se ao menos de um discurso digno de credibilidade. Se o boca, é jornalismo de fato quem souber morre.Porque pelo que se estuda e sabe, não aprofundando o cunho de gêneros jornalísticos, existe o jornalismo que tem posição política definida, mas que atende a um senso de postura em escrever. Viva o jornalismo opinativo, no entanto se o boca do inferno é o portal de voz do CA, me desculpem, mas isso está mais para jornalismo chulo do que um meio de comunicação impresso comprometido com seu público(digo o público do curso de comunicação, não o público de quem faz o texto que escreve para seu próprio ego), respeitado e digno de credibilidade – o que deveria acontecer, ainda mais no nosso curso.
Quanto ao novo CA, e a todos os outros membros, desejo uma boa gestão. Que suas propostas se concretizem na prática e repercutam um melhoramento na INTEGRAÇÃO de TODO O CURSO ( e não nos membros da própria chapa – também-, nem somente àqueles que pensam, concordam e aceitam tudo o que dizem e o que idealizam em comum, mas PRINCIPALMENTE aos que pensam diferente. É importante a inclusão participativa de todos os alunos e o RESPEITO com o pensamento alheio).
O que eu espero é que diferentemente de outrem, os outros membros do CA acolham a humildade não como uma forma passiva de agir, mas como um caráter que compunha a cara do próprio CA, longe de querer instigar o desrespeito, a briga e a discórdia entre colegas. Afinal, deve-se entrar numa guerra para lutar pelos seus ideais e para ganhar. E a nossa luta é o curso de comunicação social da uesb, não a picuinha desprezível de rumores.
Longe de querer alçar âmbitos pessoais, pretensões políticas, ou de qualquer outra coisa me despeço disso daqui. É porque acho que as insinuações anteriores a minha, foram dignas de respostas.

Saudações estudantis,


Anna Karenina Vieira

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