terça-feira, 21 de julho de 2009

Coluna e Flores

Minhas dores de coluna, as crises que não me deixavam dormir martirizavam-me quando ainda pequena. Hoje, sinto uma capa dura de músculos que proteje toda a minha espinha dorsal. Com certeza depois de macia a dura, a carne acostumada a secar, cristalizou-se num tecido consideravelmente forte para suportar dores muito ainda maiores. Dores, que sei que sei que estão ou podem estar por perto de chegar.

As nossas flores, não podem ser vendidas, têm mesmo é que serem dadas, conforme a essência de se dar uma flor a alguém. Afinal, a beleza intocável de uma flor não pode reduzir-se a uma nota de dinheiro.
Nada, mas as flores não. Descubram outra forma de lidar com a vida sendo a própria vida. O que o homem ainda não compreendeu é que ele não tem que extrair nada de lugar nenhum, ele é a própria vida, acontecendo na natureza e pronto.

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